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Fórmula E
Lynn vence corrida polêmica da Fórmula E em Londres

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  • Publicado: 25/07/2021
  • Atualizado: 25/07/2021 às 12:08
  • Por: Leonardo Marson

Alex Lynn venceu neste domingo (25) a corrida 2 do ePrix de Londres, 13ª etapa da temporada 2021 da Fórmula E, disputada no circuito montado no Excel Center. Em uma corrida polêmica marcada por uma manobra em que Lucas Di Grassi tentou tomar a liderança passando pelo pit lane durante uma bandeira amarela, o inglês da Mahindra superou Nyck de Vries na 19ª das 30 voltas da prova para triunfar pela primeira vez na categoria elétrica.

Alex Lynn
Alex Lynn venceu pela primeira vez na temporada. (Foto: Mahindra)

O lance com Di Grassi aconteceu durante o momento em que o Safety Car. O brasileiro da Audi vinha na sexta colocação quando entrou nos boxes e diminuiu o ritmo no box da Audi, voltando à pista na frente do pelotão, tomando a liderança da corrida. O piloto foi punido com um drive through, mas não cumpriu a punição, sendo desclassificado..

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Nyck de Vries ficou com a segunda posição com a Mercedes, terminando meio segundo atrás de Lynn. Mitch Evans, da Jaguar, completou o pódio com a terceira posição, sendo seguido por Robin Frijns, quarto com um equipamento preparado pela Virgin. O grupo dos cinco primeiros foi completado por Pascal Wehrlein, da Porsche.

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Maximilian Günther, da BMW Andretti, cruzou a linha de chegada na sexta posição, enquanto Nick Cassidy, da Virgin, ficou com a sétima posição. Sérgio Sette Câmara, da Dragon/Penske, ficou com a oitava colocação, sendo seguido por Jake Dennis, nono com a BMW Andretti. Joel Eriksson, companheiro de Sette Câmara, completou a zona de pontuação.

A etapa decisiva da Fórmula E será disputada entre os dias 14 e 15 de agosto, com o ePrix de Berlim.

Confira como foi a corrida

A segunda prova do ePrix de Londres começou com Stoffel Vandoorne mantendo a liderança nos metros iniciais, sendo seguido por Oliver Rowland e Alex Lynn. Nyck de Vries apareceu na quarta posição, sendo seguido por Mitch Evans. Sérgio Sette Câmara manteve a nona colocação, enquanto Lucas Di Grassi seguiu no décimo lugar.

Na segunda volta, De Vries passou por Lynn para tomar a terceira posição, enquanto Sébastien Buemi, António Félix da Costa, Jean-Éric Vergne e Edoardo Mortara acionaram o modo ataque ainda no segundo giro, o que foi repetido, na volta seguinte, por Rowland e Di Grassi. Na sexta volta, o Safety Car foi acionado pela primeira vez após Buemi e René Rast se estranharem, com o alemão deixando a prova.

A corrida recomeçou na volta oito, com Da Costa acionando o modo ataque pela segunda vez, enquanto Buemi foi punido com um stop and go de dez segundos pelo incidente com Rast, mesmo tomando uma batida no lance. De Vries, por sua vez, passou por Rowland para assumir o segundo lugar, enquanto Vandoorne acionou o modo ataque.

A bandeira amarela em todo o circuito foi acionada pela segunda vez na volta 11, após André Lotterer espremer Félix da Costa contra o muro. O português abandonou a disputa. Neste momento, Lucas Di Grassi, que vinha em sexto, passou pelos boxes e voltou à pista na liderança da prova, em lance que passou a ser investigado pela direção de prova.

A prova recomeçou na 13ª volta, e Vandoorne e Rowland bateram quando disputavam a segunda posição, enquanto Lotterer foi punido pelo incidente com Da Costa. Di Grassi, que havia sido superado por De Vries, recuperou a liderança da prova na 17ª volta. Na passagem seguinte, Lynn passou pelo holandês da Mercedes para tomar a segunda posição.

Dois giros depois, foi a vez de Rowland ser punido em cinco segundos pelo incidente com Vandoorne. Já Robin Frijns passou por Maximilian Günther para tomar a quinta posição. Di Grassi foi punido com um drive through, e viu seu chefe de equipe, Allan McNish, literalmente correr para falar com a direção de prova, e o brasileiro não cumpriu a punição.

Na volta 29, Sam Bird e Norman Nato bateram, abandonando a disputa. Na abertura da volta final, a direção de prova desclassificou Di Grassi. Assim, Lynn ficou com caminho aberto para vencer em Londres, seguido por De Vries e Evans. Após a corrida, a direção de prova retirou a bandeira preta do brasileiro da Audi, que ficou com o oitavo lugar.

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